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Amor é ressurreição

Talvez um de seus pais tenha lhe dito que você nunca seria bonito, e qualquer crença em sua beleza tenha morrido ali mesmo. Talvez alguém tenha lhe dito que você era estúpido e nunca daria em nada, e sua autoconfiança morreu ali. Ou alguém tenha lhe dito que você não tinha talento e nunca seria capaz de tocar em uma orquestra, e sua crença em sua habilidade musical tenha morrido ali.

Para a maioria de nós, não existe sepultura grande o suficiente para guardar os ossos das partes de nós mesmos que morreram ao longo do caminho.

O “você” que foi invalidado, depreciado, suprimido, violado, magoado, colocado em perigo, prejudicado, humilhado, escarnecido, brutalizado, abandonado, para quem se mentiu ou foi roubado – e a lista continua, para deleite do ego – é seu ser crucificado.

A crucificação não é especialmente um conceito cristão; metafisicamente, é um padrão de energia, demonstrado fisicamente na vida de Jesus, mas experimentado psiquicamente na vida de todos nós. Energeticamente, ele representa um padrão de pensamento. A morte é sua missão e a vida é sua inimiga, pois ele é a mente trabalhando contra Deus.

Portanto, este é o drama de cada vida humana, enquanto o amor nasce nesse mundo e depois é crucificado pelo medo. Mas a história não para aí. A ressurreição, como a crucificação, é uma verdade metafísica: é a resposta de Deus ao ego, ou o triunfo último do amor. Tudo o que sempre acontece, em qualquer situação, é que o amor aparece, é crucificado e, finalmente, jogado fora.

Essa é a tragédia da história humana. Existe uma força negra, não fora de nós, mas aqui dentro, sempre trabalhando para destruir o amor que Deus cria. Essa força, ou ego, é mantida no lugar por nossa crença de que somos separados de Deus e uns dos outros; ela se expressa constantemente através do julgamento e da culpa. É cada palavra grosseira, ataque, pensamento, ou ação violenta. Algumas vezes, ela sussurra, como em vislumbre malvado; outras vezes ela grita, como no genocídio de uma pessoa. Mas ela está sempre ativa, enquanto tiver medo como combustível. E hoje, ela está de olho no maior prêmio de todos – a perspectiva da aniquilação global.

Algumas vezes, são outras pessoas que nos colocam na cruz, e outras vezes, fazemos isso sozinhos. Frequentemente, parece ser uma combinação de ambos. O ego não faz diferença entre ninguém, buscando ferir quem puder alcançar. Mas a parte de nós que pode ser crucificada não é parte de nós que realmente somos. O ego pode destruir o corpo, mas não pode destruir o espírito.

A crucificação toma muitas formas: material, mental, emocional, e espiritual. Mentalmente, ela é uma doença progressiva trabalhando dentro das nossas mentes. Ela algumas vezes é chamada de segunda força, o anti-Cristo. Ela é o elemento destrutivo, contra a vida, na experiência humana.

Todas as formas do ego têm a destruição total como o seu objetivo. O vicio em álcool e drogas não quer simplesmente incomodar você; ele quer matá-lo. Uma doença terminal não quer simplesmente perturbá-lo; ela quer matá-lo. A escalada da violência não quer perturbá-lo, ela quer matá-lo. Deus sabe disso, e Ele respondeu: Ele nos mandou Sua santidade para nos salvar de nós mesmos. E, conforme abraçamos nossa santidade e as mudanças que ela provoca dentro de nós, Ele tem um plano para o que virá a seguir.

A ressurreição é a resposta de Deus para a crucificação; é Seu ato de elevar nossas consciências ao ponto onde os efeitos do medo são cancelados. Nossa santidade – o amor de Deus dentro de nós – é a única maneira pela qual a humanidade já transcendeu a escuridão, e sempre será.

“Jesus chorou”, como todos nós fazemos, desafiados em nossos diferentes caminhos pelas mentiras e projeções do ego. A crucificação de Jesus – a tortura e o assassinato de um homem inocente – é um exemplo radical de ensinamento, uma demonstração da força do medo, e, depois, do poder do amor para transcendê-lo. Jesus morreu, então, jazeu em seu túmulo por três dias. E, durante aquele período de tempo, é claro, pareceu para aqueles que o amaram, que todas as esperanças estavam perdidas. Ainda assim, a esperança é de Deus, e o que é de Deus nunca é perdido.

Jesus transcendeu a crucificação por vê-la como era. Confrontado com as projeções assassinas dos outros, ele continuou a amar com o coração aberto. E, por permitir que seu coração se tornasse tão grande quanto o universo, ele se tornou o vértice do milagroso. Assim como na presença de Moisés as leis do tempo e do espaço foram suspensas na divisão do Mar Vermelho, na presença de Jesus, as leis da morte também foram suspensas.

Fonte:

AMOR É RESSURREIÇÃO

Talvez um de seus pais tenha lhe dito que você nunca seria bonito, e qualquer crença em sua beleza tenha morrido ali mesmo. Talvez alguém tenha lhe dito que você era estúpido e nunca daria em nada, e sua autoconfiança morreu ali. Ou alguém tenha lhe dito que você não tinha talento e nunca seria capaz de tocar em uma orquestra, e sua crença em sua habilidade musical tenha morrido ali.

Para a maioria de nós, não existe sepultura grande o suficiente para guardar os ossos das partes de nós mesmos que morreram ao longo do caminho.

O “você” que foi invalidado, depreciado, suprimido, violado, magoado, colocado em perigo, prejudicado, humilhado, escarnecido, brutalizado, abandonado, para quem se mentiu ou foi roubado – e a lista continua, para deleite do ego – é seu ser crucificado.

A crucificação não é especialmente um conceito cristão; metafisicamente, é um padrão de energia, demonstrado fisicamente na vida de Jesus, mas experimentado psiquicamente na vida de todos nós. Energeticamente, ele representa um padrão de pensamento. A morte é sua missão e a vida é sua inimiga, pois ele é a mente trabalhando contra Deus.

Portanto, este é o drama de cada vida humana, enquanto o amor nasce nesse mundo e depois é crucificado pelo medo. Mas a história não para aí. A ressurreição, como a crucificação, é uma verdade metafísica: é a resposta de Deus ao ego, ou o triunfo último do amor. Tudo o que sempre acontece, em qualquer situação, é que o amor aparece, é crucificado e, finalmente, jogado fora.

Essa é a tragédia da história humana. Existe uma força negra, não fora de nós, mas aqui dentro, sempre trabalhando para destruir o amor que Deus cria. Essa força, ou ego, é mantida no lugar por nossa crença de que somos separados de Deus e uns dos outros; ela se expressa constantemente através do julgamento e da culpa. É cada palavra grosseira, ataque, pensamento, ou ação violenta. Algumas vezes, ela sussurra, como em vislumbre malvado; outras vezes ela grita, como no genocídio de uma pessoa. Mas ela está sempre ativa, enquanto tiver medo como combustível. E hoje, ela está de olho no maior prêmio de todos – a perspectiva da aniquilação global.

Algumas vezes, são outras pessoas que nos colocam na cruz, e outras vezes, fazemos isso sozinhos. Frequentemente, parece ser uma combinação de ambos. O ego não faz diferença entre ninguém, buscando ferir quem puder alcançar. Mas a parte de nós que pode ser crucificada não é parte de nós que realmente somos. O ego pode destruir o corpo, mas não pode destruir o espírito.

A crucificação toma muitas formas: material, mental, emocional, e espiritual. Mentalmente, ela é uma doença progressiva trabalhando dentro das nossas mentes. Ela algumas vezes é chamada de segunda força, o anti-Cristo. Ela é o elemento destrutivo, contra a vida, na experiência humana.

Todas as formas do ego têm a destruição total como o seu objetivo. O vicio em álcool e drogas não quer simplesmente incomodar você; ele quer matá-lo. Uma doença terminal não quer simplesmente perturbá-lo; ela quer matá-lo. A escalada da violência não quer perturbá-lo, ela quer matá-lo. Deus sabe disso, e Ele respondeu: Ele nos mandou Sua santidade para nos salvar de nós mesmos. E, conforme abraçamos nossa santidade e as mudanças que ela provoca dentro de nós, Ele tem um plano para o que virá a seguir.

A ressurreição é a resposta de Deus para a crucificação; é Seu ato de elevar nossas consciências ao ponto onde os efeitos do medo são cancelados. Nossa santidade – o amor de Deus dentro de nós – é a única maneira pela qual a humanidade já transcendeu a escuridão, e sempre será.

“Jesus chorou”, como todos nós fazemos, desafiados em nossos diferentes caminhos pelas mentiras e projeções do ego. A crucificação de Jesus – a tortura e o assassinato de um homem inocente – é um exemplo radical de ensinamento, uma demonstração da força do medo, e, depois, do poder do amor para transcendê-lo. Jesus morreu, então, jazeu em seu túmulo por três dias. E, durante aquele período de tempo, é claro, pareceu para aqueles que o amaram, que todas as esperanças estavam perdidas. Ainda assim, a esperança é de Deus, e o que é de Deus nunca é perdido.

Jesus transcendeu a crucificação por vê-la como era. Confrontado com as projeções assassinas dos outros, ele continuou a amar com o coração aberto. E, por permitir que seu coração se tornasse tão grande quanto o universo, ele se tornou o vértice do milagroso. Assim como na presença de Moisés as leis do tempo e do espaço foram suspensas na divisão do Mar Vermelho, na presença de Jesus, as leis da morte também foram suspensas.

Fonte: https://universonatural.wordpress.com/2011/04/

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