Business man showing you brazilian money.

O quanto de prosperidade você acredita que merece e se permite receber?

Essa semana venho trabalhando em mim um assunto que tenho certeza fazer parte da vida da maioria de quem está vivo nesse planeta hoje – A abundância, a relação com o dinheiro!
 
Foi preciso perder bastante dinheiro, foi preciso querer vivenciar muitas oportunidades e estar incapacitada por estar endividada, foi preciso perder algumas noites de sono, foi preciso ficar muito preocupada e com muito medo para parar tudo e olhar de frente para esse cenário! E como foi triste perceber que minha vida sempre teve esse padrão. E como foi frustrante ver que até nos momentos em que ganhava muito dinheiro eu perdia tudo na mesma proporção – não adiantava o montante, dava sempre um jeito de me enrolar em dívida, prestações, ajudas a parentes, amigos… e nem via que estava completamente e sempre sem dinheiro. Se eu ganhava mais, eu parcelava mais. Nunca em bem de consumo fúteis não, porque eu era uma pessoa elevada (“só que não”), mas em experiências, cursos, ajuda para outras pessoas, produtos necessários para casa e para minha família – mas fazia questão de comprometer TODO meu dinheiro até não sobrar nem o cheque-especial. Foi frustrante ver que sob a desculpa de ter que ter segurança e ajudar aos outros, eu me sabotava e não me permitia me sentir rica e próspera!
 
E o mais triste de tudo foi quando eu percebi que naquele tempo todo, sempre que a vida me dava a oportunidade de ter muita prosperidade eu me sentia culpada e infeliz. Sempre que eu não tinha o dinheiro e falava isso para o outro eu me sentia nobre, bondosa e superior! Quanta distorção – nossa mente é capaz disso e muito mais.
 
E nesse trajeto de cura em relação ao dinheiro, que se iniciou alguns meses atrás, percebi que tudo o que eu fazia se justificava em algumas crenças que estavam escondidas em mim de tal forma que eu acreditava que elas eram boas (vejam só). Crenças são aquelas certezas inquestionáveis que você nem se dá o trabalho de falar em voz alta e dividir com o outro, porque não quer correr o risco de se perder nos seus argumentos e assim ver seu castelo desmoronar. Pois bem, hoje eu estou aqui publicando e me abrindo para não ter como voltar atrás. Minhas crenças grandes companheiras eram: O dinheiro é sujo, o dinheiro não é espiritual, o dinheiro é escasso.
E de tanto que me esforcei para estar coerente com essas crenças, cheguei naquele ponto do fundo do poço que me perguntei: E agora? O que estou fazendo comigo?!?!
 
Estou ainda no meio da caminhada e só de identificar essas crenças e ver como são irracionais já consigo ver algumas mudanças práticas na minha vida, já estou começando de novo a receber: coisas, dinheiro, oportunidades, momentos… estou começando a receber a Graça da vida.
Nessa viagem pra dentro de mim eu finalmente entendi algumas coisas sobre o dinheiro:
 
O dinheiro é uma energia! Uma energia neutra e que te permite criar coisas maravilhosas quando se tem boa intenção. Uma pessoa boa com dinheiro na mão muda muitas vidas e faz desse um mundo melhor!
 
O dinheiro é ilimitado! Assim como é uma energia, ele vem para você sempre que você se permitir – experimente desejar com muita pureza e sem culpa nenhuma. Experimente se sentir liberado para desejar o dinheiro e tudo o que for prosperidade para você. E já que o dinheiro não é escasso, mas é uma energia que circula, devemos aprender a dar para recebê-lo também.
 
Experimente!
 
O dinheiro é um papel, mas é “espiritual” – se minha alma mora hoje no meu corpo, porque a energia espiritual não pode se materializar no pedaço de um papel criador de tanta abundancia e coisas boas?
E você? Como anda sua relação com a abundância na sua vida?
 
Coloquei aqui algumas perguntas que você pode levar para seu dia-a-dia e começar a observar. Depois dessa viagem investigativa, tente ir mudando seu padrão de pensamento e comportamento para o pólo contrário e veja o que começará a acontecer:
Funciona assim. Sempre que você vivenciar qualquer situação que envolva dar ou receber um dinheiro, uma oportunidade, um presente, se faça as perguntas abaixo:
1. O quanto eu acredito que mereço?
 
2. O quanto de mim eu ofereço sem travas e com total vontade de liberar?
 
3. O quanto eu permito receber de qualquer pessoa ou situação?
 
4. Qual a energia que me envolve quando eu recebo algo?
 
5. Qual a energia que me envolve quando eu ofereço algo?
Depois desse trabalho eu te sugiro durante uma semana liberar o fluxo de dar e receber praticando um exercício: Compre um diário.
 
Em cada folha crie duas colunas. Na coluna da esquerda anote tudo o que você recebeu da vida ou de alguma pessoa naquele dia. Na coluna da direita anote tudo o que você ofereceu naquele dia. Pode ser dinheiro, um favor, um presente, uma atitude… anote tudo o que recebeu e ofereceu em uma semana. No final da semana olhe bem sua balança de “dar e receber” e veja para que lado você está pendendo. Na semana seguinte se proponha a equilibrar seu fluxo e potencialize aquilo que está fraco em você.
 
Ou seja, ofereça mais com amor ou receba mais com gratidão.
 
A vida é energia, a vida é um presente e o nosso poder de criar é muito maior do que imaginamos. Estamos engatinhando, mas nossos pequenos passos já podem nos tirar do lugar comum de vítimas e devedores. Temos a chave para mudar o ciclo dentro de nós.
 
Assim é!
 
Alessandra Riscado

alessandra-riscadoAlessandra Riscado
Coach e terapeuta para autoconhecimento e autogerenciamento pessoal e colaboradora do Movimento PENSO POSITIVO.
www.alessandrariscado.com

Este post foi lido 4394 vezes!

0 respostas

Deixe um comentário

Quer contribuir com seus comentários?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>