Post 3-B

O veneno que faz mal é o que você toma

Porque é impossível viver só?
 
No nosso dia a dia, na família, no trabalho, nos relacionamentos, mesmo que você more sozinho, você jamais está só.
 
E é nessa de dividir a vida com o mundo em que nos deparamos com opiniões, palpites e julgamentos sobre nossa forma de vestir, calçar, comer, andar, enfim, existir.
 
Se você está lendo esta matéria agora, feche os olhos por um segundo e pergunte-se:
 
Eu vivo por quem?
 
Tenho certeza que o que você pensa, diz e faz não estão alinhados de uma forma que apenas “você” deseja que estejam em sua totalidade.
 
Sempre há o dedinho de vontade ou carência alheia em alguma situação ou área de sua vida. E onde estiver esse dedo, ah…
 
Com certeza há pelo menos um mínimo de frustração ou uma auto justificativa pra que isso esteja lhe incomodando, láááá no fundinho.
 
Agora preste atenção:
 
Você não precisa fazer nada por alguém que lhe traga qualquer pontinha de insatisfação. Faça se houver vontade, se lhe dá prazer. Assim sim, pode-se dizer que é por profunda e única vontade da sua parte e isso realmente não lhe incomoda.
 
E não ouça opiniões de todos. Ou melhor, ouça mas não absorva. Aliás, se for alguém que você não tem total afinidade ou amor verdadeiro, nem peça pra te ouvir e saber o que tem a dizer. Geralmente as pessoas dão os palpites que “elas mesmas” fariam.
 
E você não é elas. E elas nem estão passando por aquilo que você está.
 
Não tem esse negócio de “ah eu sei como é”, “hum, se eu fosse você”…
 
Cada um é um em sua particularidade de experiências e só cabe a você mesmo viver e experimentar o que deve para “seu” progresso.
 
Então, seja autêntico.
 
Não dependa de que a vida do outro seja a verdade da sua. Não se envenene.
 
Ouça sua intuição, que é aquela voz falando lá do fundo do seu coração, e muitas vezes insistentemente, e você, se negando a ouvir.
 
Seja você puramente e aprenda (faça algo para aprender isso) a não tomar pra si a dor do outro, o problema do outro, a opinião do outro.
 
Bem como aprenda (novamente aprenda de alguma maneira) a ter sua vida tomada de si mesmo e passar seus dias sejam lá como eles forem, mas que sejam de sua única, própria e total vontade.
 
Faça o que você quiser.
 
E mais que isso: “como” você quiser.
 
Isso é ser feliz.
 
E livre.
 
“Você não precisa absorver a negatividade das pessoas ao seu redor. Você não precisa participar das confusões alheias. As pessoas são como são e as escolhas delas são delas. Aprenda a ser filtro. Não esponja.”
 
Juliana Nishiyama


Juliana Nishiyama
É Psicoterapeuta Holística & Healer, Practitioner EFT, Reikiana, colunista e colaboradora do Movimento PENSO POSITIVO.
Email: julianaterapiasholisticas@gmail.com

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1 responder
  1. Janice
    Janice says:

    Olá, Juliana!

    Tenho estado tão pra baixo, triste e chorando… Mas ler o seu texto me fez ficar melhor! Muito melhor! Preciso aprender a não deixar que pessoas e fatores externos influenciem na minha felicidade e no meu bem estar. Preciso conseguir afastar pensamentos negativos e tristes pra ficar bem. Já li seu texto “Você atrai o que você é” umas 9284 vezes!
    Você tem me ajudado muito! Muito obrigada!!!

    Vou continuar lendo suas publicações.

    Beijos de luz!
    Janice.

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