A Paz Mundial

TEXTO PARA A NOSSA REFLEXÃO:
Soberano é o homem, sua família, sua casa e sua pátria. É no respeito a esses princípios que reside a paz e o respeito pelos nossos semelhantes. Deus em sua infinita bondade concedeu ao homem a soberania do livre arbítrio, para proporcionar a si próprio, à sua família, a seu lar e a sua pátria, a paz, a felicidade e o bem estar. No entanto, no início dos tempos, o homem usando deste mesmo livre arbítrio, tripudiou sobre o direito, a soberania e a liberdade de seus semelhantes escravizando-os; desagregou famílias, destruiu seus lares, invadiu suas casas e dominou seus países; rompendo assim a “Natureza Divina” da convivência pacífica universal.
Com a evolução dos conhecimentos humanos, transformou os instrumentos de defesa e sobrevivência, em artefato de destruição da vida; modernizou as armas, instituiu a guerra e destruiu a paz. No início combatia-se pela disputa dos territórios de caça, pesca e habitação; depois lutava-se pela hegemonia territorial, usando da força e da dominação; e atualmente se faz guerras pelas intervenções estrangeiras em nações soberanas.
O ser humano moderno acredita que o progresso e a riqueza se conquista através do orgulho, da ganância, do egoísmo e da avareza. Pratica toda sorte de torpeza, por amor à vaidade, a luxúria e a cobiça. Suas riquezas são frutos da exploração do homem pelo homem.
Diante do quadro desastroso dessa desarmonia coletiva e por determinação Divina, Jesus Cristo, o governador supremo da Terra e os Espíritos da mais alta hierarquia do plano superior, decidiram por termo às arbitrariedades humanas; porém concedeu-nos uma moratória evolutiva de duzentos anos, que se iniciou nos primeiros anos de 1.850 com o surgimento da “Nova era Cristã” e se extinguirá no ano de 2.050, para que a humanidade pudéssemos realizar a reforma íntima, a evolução moral e espiritual, reconquistar a paz e retornar ao estado de direito e da convivência pacífica universal. O plano superior permitiu à humanidade receber as mais diversas manifestações espirituais, baseadas nos princípios da paz, do amor e na prática da caridade; contudo, o homem olvidou das benesses divina, desprezando os constantes avisos da natureza.
As religiões modernas mercantilizaram os dogmas da fé; os valores morais e de família foram desvirtuados; a violência grassa no seio da sociedade pelos motivos mais fúteis; a imoralidade é hoje artigo da moda e predominam em todo o planeta, o orgulho, a ganância, o egoísmo, a avareza, a luxúria, e a vaidade.
Diante da resistência humana em atender os apelos da espiritualidade superior, os primeiros sinais já foram dados. Doenças moralizantes como a AIDS, os tsunamis da Indonésia e do Japão em decorrência das experiências nucleares no fundo do mar, que provocam os deslocamentos das placas tectônicas, são provas irrefutáveis de que havemos de pagar caro pelas nossas iniquidades. Engana-se o homem, ao pensar que pode destruir a obra de Deus com o seu poder destrutivo. O homem será vitima de seu próprio ódio pela humanidade. Iminentes desastres atômicos ocorrerão em potências nucleares nos próximos anos desse tempo que nos resta. Seus artefatos nucleares, explodirão nos seus próprios territórios. Será esse o último aviso aos países sobreviventes.
Não é pelas armas que defenderemos a pátria, mas pelo amor, pela solidariedade humana, pela
progresso moral e intelectual e pela caridade fraterna.
Ainda nos restam pouco mais de trinta anos para a nossa regeneração. Ainda podemos evitar essas tragédias, rogando a Deus e a Jesus pela remissão de nossos pecados, unindo-nos em orações e unificando a nossa fé, independentemente da religião de cada um. Atentemos para atitudes que devemos tomar:
Lutemos todos unidos, pelo desarmamento dos arsenais nucleares em todo o planeta.
Transformemos todas as nossas armas em instrumentos de trabalho e produção.
Reconstruamos os nossos lares nas práticas do evangelho, do amor e da caridade.
Iniciemos a nossa transformação moral e individual, pela reforma intima.
Protejamos nossas famílias das más influências imorais e perniciosas da mídia.
Defendamos o nosso país com trabalho, ordem, progresso e disciplina.
Assim procedendo reconquistaremos a nossa soberania individual, solidificaremos os laços indissolúveis da família e alcançaremos a paz mundial.

ESTE TEXTO FOI BASEADO NO LIVRO (Obra incompleta)
“OS ÚLTIMOS DIAS DO PLANETA AZUL”

Autor: Paulinho Carvalho

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