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A sabedoria do gênio da lâmpada

Para um programa de domingo, minha filha e eu fomos assistir Aladdin, filme. Nem me lembrava direito da história! Pude, além de relembrar com detalhes, assistir de um novo lugar de mim.
 
Os diálogos são mágicos, verdadeiramente sábios.
 
Jasmine com Aladdin ou o Gênio com o Aladdin fizeram de 2 horas de filme, uma palestra sobre os novos tempos que se integram em nossa natureza. Me dediquei a escrever algumas falas, as quais escolhi trazer em aprofundamento.
 
Quando uma princesa diz que “Às vezes, me sinto amarrada, com o destino escrito por outra pessoa” e, ao mesmo, grita uma doce melodia que “nada mais me afeta, decidi que nada mais me abala… chegou a hora do mundo mudar, uma princesa não pode mais se calar”, estamos sendo alertados de que um novo mundo não nos será entregue pronto, como se entregássemos uma forma de viver e recebêssemos outra.
 
Estamos em construção, da forma que tudo novo está em uma nova formação.
 
Nada dos velhos sistemas sustenta as nossas novas escolhas.
 
Já ouvi várias pessoas dizerem sobre novas crenças, novos sistemas, mas não! Não estamos corrigindo nossas velhas crenças, não vamos nos reestruturar em novas roupagens de tudo com o que nos acostumamos.
 
Não estamos criando novas crenças, estamos nos libertando de crenças e sistemas. Estamos falando de uma nova construção, a partir de novas ferramentas, a partir de uma nova fonte!
 
Não estamos falando de uma nova Terra prometida que de repente vai se instalar. Estamos falando de uma nova Terra que se forma a partir de cada novo nível da alma que acessamos.
 
Eu faço questão de sempre trazer para vocês que não existe um Despertar, não existe nada de nós que se revele inteiro, de uma hora para outra. Sempre vamos percebendo tudo de uma nova forma e o que era relacionado à velha forma de perceber vai se desfazendo para nós. E tudo que está acontecendo a cada nosso agora, tudo, está alinhado com alguma energia que foi movimentada dentro de nós, antes.
 
Tudo que acontece nessa terceira dimensão já é o estágio físico do que está acontecendo a um tempo dentro de nós. E a nossa forma de relacionar com o que está acontecendo é uma vibração que, ou só fortalece aquela energia toda e esse ciclo vai se repetindo, ou já é uma energia que integra o desamor e fecha a necessidade de continuar sendo assim.
 
Então, sempre trazemos isso para a consciência e o filme diz, logo no início: “A gente sempre está onde deve estar”. Não há mais dúvidas sobre nosso Agora criado por condições inconscientes de nossa existência. Estamos, exatamente onde precisamos estar para nossa libertação de velhos padrões e acolhimento de tudo a partir de novas formas de perceber tudo.
 
Num momento muito dinâmico, que o Aladdin tem o primeiro contato com a existência da lâmpada, acaba desobedecendo, sem nem perceber, as ordens de um personagem de poder, bastante controlador, de uma voz que diz assim: “vocês tocaram no tesouro proibido e agora vocês nunca mais verão a luz.”
 
É interessante isso… porque o fato de termos nos separado da nossa essência, de termos acreditado que fomos o que pensamos (e até hoje se afirma isso, em tantas teorias) realmente nos distanciou da luz, ao mesmo tempo, que nos levou a buscar a luz, desde sempre! A quanta ilusão fomos submetidos! Realmente, a estagnação em apenas um segmento de nós nos deixou presos numa eternidade limitada de escuridão.
 
Estive a uma fala do gênio que dizia o seguinte: “Todo mundo que chega perto de mim vai pedindo milhões e nem todo poder do mundo vai sendo suficiente.”
 
Nós fomos equivocados quanto ao dinheiro, quanto ao poder, quanto ao que somos, quanto ao que fomos conduzidos a buscar e a conquistar. Fomos iludidos por tantas crenças que nos fez pensar que tudo poderia, realmente, ser nosso.
 
A concepção de suficiência… o que é suficiente para suprir tudo que quero ou tudo que existe em mim é suficiente para criar o desejo que me acende?!
 
Realmente, o que seria conquistado foi o que mais nos conquistou… e nosso poder essencial ficou desconhecido. É nosso maior mistério! Como demos conta de ser assim por tanto tempo da nossa existência!
 
É… é isso! Nosso velho conceito do que seria nosso poder!
 
O gênio mesmo disse: “A gente tem um enorme poder mas vive numa casinha bem pequena”. Ele se referia à lâmpada! Ou ao mestre que empoderamos!
 
Olha… logo após assistir a esse filme, eu vi pelo menos o chamado para umas 3 atividades que te convidam a despertar esse gênio em você.
 
E isso me parou mais do que o próprio filme… porque como o gênio mesmo diz: “Todo gênio precisa de um mestre, caso contrário ele passa milhões de anos dentro de uma lâmpada”
 
E ainda reforça que … “essa magia de gênio é uma farsa, porque ela muda só o que está do lado de fora”. Ele fala claramente, “eu estou mudando seu lado de fora, mas seu caráter continua mesmo. Tudo que você conquistar pela mentira, vai embora sem que você perceba”.
 
Todas as tentativas de controle são uma mentira para nós! Porque elas agregam valor a um ego isolado. Então, chega numa hora que não faz mais sentido para a própria existência.
 
Já falei e repito: a mentira ganhou o peso do pecado, mas a mentira começa sutil, basta não se alinhar à verdade da alma que se integra à mente. E tudo isso é o que está deixando de ser.
 
Então, essa é a nossa sabedoria, é por isso que estamos aqui, porque como gênio você pode continuar sendo um controlador das buscas ou um ser expansivo dos desejos internos.
 
Depende sempre da mestria que escolhe. E o filme mostra o mesmo gênio a serviço de duas mestrias diferentes.
 
Esse gênio, todos nós somos, que é nosso poder de manifestar. De fazer nossa vibração se tornar realidade, agora, o nosso mestre é a nossa vibração, entende!? Está tudo certo! Nós já somos gênios! Nós manifestamos o que vibramos! Só estamos saindo do poder da mente para sermos guiados pelo poder da nossa unidade!
 
Acho ótimo que o desejo do gênio é ser livre igual ao humano. Ele é preso numa lâmpada e depende de um mestre para sair! Poxa! Somos muito mais “gênio” do que puramente o humano que passamos uma vida pensando que éramos só isso. Como humano fomos muito presos também! Como mestres somos humanos, somos gênios e somos livres! Não estamos falando de unidade?
 
É bom poder ver de uma outra perspectiva!
 
Eu diria que é fundamental para reconhecer seus propósitos!
 
E nada disso veio numa época isolada! Estamos em tempo de manifestar alma! Junho está aí apresentando oportunidades incríveis de mudar tudo sem precisar pensar em mudar tudo, apenas reconhecendo o que se move dentro de si.
 
Vibro alto quando as pessoas conseguem enxergar que não existe um (1) propósito na vida. Aquele propósito confundido com missão, com objetivo, mas que o propósito de despertar o amor se revela em vivências que estão vibrantes em você, mesmo que ainda não tenha sentido nada, uma frestinha que abre é suficiente. Olha a nova percepção de suficiência aí.
 
O que temos é sempre suficiente para uma expansão gigante.
 
A nossa revelação é sempre surpreendente!
 
A gente precisa deixar a gente realmente Ser, na sabedoria da própria mestria, na totalidade da existência.
 
Um intenso abraço!
 
EU SOU RAMINA EL SHADAI
 
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Formatação – DE CORAÇÃO A CORAÇÃO
Texto enviado por Ramina El Shadai – Conexão multidimensional – @ramina.despertar

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