medo

Amor ou medo…em que se apoia a sua realidade?

Escuridão X luz, auto-mestria X salvação, corpo X alma… Afinal, de que se trata esta tal dualidade? Se observarmos com atenção e calma, perceberemos que todos estes aspectos desembocam em uma única interseção elucidadora… O AMOR! Esta “energia quântica divina” que define e movimenta tudo no universo. O sentimento primário, único, que não requer complementação e que constitui o SER que somos.

Observando tal “interseção divina”, podemos inferir que as linhas axiais que tramam a “malha holográfica do mundo da forma”, conhecida como Matrix, ou, como dito pela filosofia indiana, o “Véu de Maya”, estão mescladas por dois elementos complementares que compõem o mundo dual: a intenção e o sentir. O primeiro, trata-se do propósito consciencial do Ser, e oferece como produto: os pensamentos; sejam eles negativos ou positivos. O segundo, define-se pela condição primeira do Ser: expressar o mundo manifestado, através dos sentidos, no corpo.

O resultado da conjunção destes dois elementos complementares é identificado como emoção. Esta, por sua vez, pode ser compreendida como sendo a resposta do corpo à mente. Apoiados pelas pesquisas da neurociência sobre os efeitos bioquímicos das emoções em nosso corpo, evidenciamos que a emoção primária, a “mãe” de todas as outras emoções, que norteia a sobrevivência do Ser enquanto espécie e indivíduo, denomina-se MEDO, podendo ser classificado como sendo real ou psicológico.

Mediante ao intencionar e ao sentir citados a pouco, e sob a luz desta leitura neruocientífica, pode-se compreender que o que definirá a natureza ou a qualidade deste medo, será o conteúdo mental dado a ele, ou seja, o medo se tornará psicológico, difuso, quando não houver uma ameaça real à vida do Ser. Caso contrário, o movimento de fuga e luta será ativado visando a preservação da Vida e da continuação da espécie. Entretanto, se considerarmos que a espécie humana não “possui” um predador natural, e que estamos inseridos em uma dimensão material/holográfica, pode-se compreender, em última análise, que o medo é uma resposta à mente psicológica criada pela holografia mental ou Matrix.

A Física quântica também oferece informações para o entendimento e esclarecimentos que apoiam o olhar acima proposto. Se observarmos o experimento da fenda dupla (Thomas Young), podemos compreender que além de cada átomo ter consciência (e somos constituídos de bilhões de átomo), este decide e define a realidade que quer manifestar (partícula ou onda/frequência). Frente a este experimento, podemos inferir que, manifestando-nos quanticamente (como o elétron, ao fazer o colapso da função de onda…), somos o produto do sentir com o nosso pensar. Ou seja, criamos a realidade, a partir da intenção, juntamente com o coeficiente de energia (sentir) que investimos nesta. Estamos manifestados na realidade em que a nossa atenção se fixa. Para o elétron, a mudança de realidade ocorre da mesma forma: ao ser investido de mais energia, em mais possibilidades este se vincula, podendo alterar sua manifestação em outras órbitas do átomo a que pertence.

Assim, compreendemos que em estado de presença (vivência do agora), com observação e atenção calma, podemos intencionar e sentir o mundo em manifestação sem a interferência da mente e em especial, do MEDO. Neste instante o que se apresenta é apenas, a energia divina ou simplesmente, AMOR!

Observando o AMOR e o MEDO nesta dinâmica dual, se faz necessário evidenciar e esclarecer, também, os aspectos da multidimensionalidade que perpassamos, pois não somos apenas “almas órfãs” manifestadas em um corpo físico, como muitos olhares religiosos insistem em defender. Somos, inclusive, (enquanto manifestação da densidade energética) a composição de corpos sutis. Informação, energia (frequência e vibração) e matéria compõem e manifestam a nossa ligação/conexão com a fonte (Deus, Criador, Pai-mãe), ou, como diz a física quântica, o movimento fractal/holográfico da manifestação do cosmos.

Assim, primeiramente, precisamos compreender, não o porque escolhemos estar na manifestação da 3ª dimensão (3D) ou mundo da matéria, e sim PARA QUE estamos aqui!
Podemos estar aqui escolhendo, apenas, a experiência da matéria e das frequências do MEDO, apoiada em processos mentais/psicológicos, e acreditando que somos humanos condenados a “roda de Samsara”, ou roda Kármica. No contraponto, felizmente, podemos também escolher recordar, através da nossa luz interna, o AMOR em manifestação que somos e o real propósito de estamos aqui na presente encarnação. Todo este poder está em nós, não no mundo holográfico. Quando abandonarmos o mundo da forma, em prol da manifestação do AMOR, acontecemos, simplesmente!

“Ó homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás os deuses e o universo.”

Inscrição no oráculo de Delfos, atribuída aos Sete Sábios (c. 650a.C.-550 a.C.)

Danielle Amaral

danielle-amaralDanielle Amaral
É Psicoterapeuta Humanista e Quântica, especializada em Cura Quântica e Cura Eletrônica e colaboradora do Movimento PENSO POSITIVO.
E-mail: quantaessencia@gmail.com

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