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Índigos: A geração que veio mudar o mundo

Será que você ou seus filhos são Índigos? Curiosos com este novo conceito, e de quando, porquê, e onde ele surgiu, fizemos uma pesquisa através do Evoluterapia, mas primeiro, aqui vai a definição: ‘Chamam-se crianças índigo a certos indivíduos que, supostamente ao nascer, trouxeram características que os diferenciam das crianças normais, tais como a intuição, a espontaneidade, a resistência à moralidade estrita e restritiva, e uma grande imaginação, avolumando-se frequentemente também entre tais capacidades, os dons paranormais, embora estes dons não sejam usualmente do conhecimento da própria criança. As crianças índigo podem ser vistas como uma espécie de milenarismo, em que se acredita que tais seres mudarão o mundo trazendo-o até um estado mais espiritual e menos estritamente moralizado ou materialista’. O “fenômeno Índigo” nasceu a partir da cor índigo que aparece associada à mente (chacra frontal) e à espiritualidade (aura de cor índigo). Segundo alguns autores, as crianças índigo estão envolvidas por uma aura azul-índigo!
 
Um dos autores do Livro ‘Crianças Índigo’, lançado em 1991 é Lee Carrol, formado em Economia pela Universidade da Carolina do Norte. Durante 30 anos trabalhou em sua empresa de engenharia de som, em Del Mar, San Diego, onde vive até hoje.
 
Em 1989, um sensitivo disse ter visto ao lado de Lee Carroll uma entidade extraterrestre que se identificou pelo nome “Kryon”. Intrigado, Lee começou a “canalizar” (esse é o nome que ele dá para as psicografias) textos da entidade extraterrestre Kryon num grupo esotérico de sua cidade.
 
A co-autora do livro Crianças Índigo é a cantora Jan Tober, ex-mulher de Lee Carroll. Ela o ajudou a criar uma seita própria, o Grupo Iluminação Kryon, em 1991.
 
Durante 10 anos, as mensagens renderam a publicação de 12 livros. As edições, traduzidas para 23 línguas, venderam mais de um milhão de exemplares.
 
Segundo as idéias da seita, que parecem mais uma nova versão do ‘dízimo’, as pessoas que nasceram antes de 1987 não são índigo, mas para ganhar o direito de habitar uma suposta nova “galáxia” que estaria sendo preparada para que os índigos sejam posteriormente ‘transferidos,’ poderiam ter seu DNA alterado por meio do tratamento proposto por Peggy Dubro. Eles criaram uma empresa, A Energy Extension Incorporation (Empresa de Ampliação Energética) que detém os direitos da Universal Calibration Lattice® (Malha de Calibração Universal), e também da EMF Balancing Technique® (Técnica de Equilíbrio). São tratamentos pagos aplicados nas sedes espalhadas pelo mundo (inclusive no Brasil).
 
Outra vertente explica que os índigos começaram a nascer bem antes de 1987, porém, eram em menor número. Indígos possuem características peculiares que veremos a seguir.
 
Em Portugal este conceito parece ter uma força bastante significativa também. A Casa Índigo, “Fundação Para A Formação Consciencial E Cultural De Crianças Indigo, Jovens E Educadores”, foi criada por Tereza Guerra e Alain Aubry e tem sede na freguesia de Paço de Arcos, conselho de Oeiras, Portugal. A instituição diz promover atividades e prestar esclarecimentos a pais, educadores e professores, que partilham da crença de que existem crianças alegadamente dotadas de inteligência e espiritualidade superior, “um novo tipo de evolução humana”. Em 2009 a Fundação Casa Índigo teria conseguido a acreditação de um curso de formação para “educadores e professores do ensino básico e secundário”, que valeria créditos para a progressão nas respetivas carreiras.
 
Esta acreditação foi suspensa depois de um pedido de esclarecimentos enviado ao Ministério da Educação por uma deputada da Assembleia da República, com a seguinte alegação: “o conceito de crianças Índigo é criticado por especialistas em educação e psicologia infantil que identificam este movimento como sendo uma fraude, “uma forma de pressionar os pais de crianças com dificuldades de integração escolar a comprar produtos vendidos por esta organização – sessões de terapia, curso, livros, etc, uma vez que uma das características da criança índigo é a hiperatividade e a dificuldade de se relacionar com o mundo que a cerca.
 
Há de se esperar que existam grupos que apoiem e grupos que resistam a novos conceitos e ideías como estas. No entanto, não há dúvidas que o mundo esteja passando por uma grande transformação intelectual e espiritual, e ‘experts’ de um novo mundo poderiam sim estar sendo enviados para nos auxiliar nesta transição, assim como acontece em qualquer grande empreendimento.
 
Segundo o autor de best sellers Carlos Torres (A Era de Ouro da Humanidade e muitos outros), estamos passando por um processo de desilusão, com o governo, relacionamentos entre outras situações: “As ilusões são prejudiciais ao nosso desenvolvimento pois estão ligadas ao medo e ao ego, características que deverão ser descartadas na nova era”, diz o autor. Além disso o mundo entra agora na grande era do compartilhamento, e não há como negar que isto esteja realmente acontecendo tendo em vista as redes sociais e a velocidade que as informações percorrem hoje em dia.
 
Com relação a seitas e escolas que versam sobre os índigos, vale ressaltar que por vezes há uma exploração comercial por trás das mais louváveis idéias e situações e é preciso ter cuidado. Não que a comercialização não deva ou não possa existir, sim precisamos investir em nosso conhecimento e evolução espiritual, mas o uso do bom senso para separar o ‘joio do trigo’, checando fontes e intenções nunca é demais.
 
Agora, será que somos ou conhecemos alguém que seja índigo?
 
Abraços!
 
Fonte:
Tereza Guerra, Crianças Índigo e Cristal
Casa Espírita Nova Era
https://pt.wikipedia.org

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