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O engano das encarnações

Recentemente ouvi a pergunta:
 
“Mas o objetivo do ser humano não é encarnar e encarnar e encarnar para aprender?”
 
Não!
 
Imagine que você está numa determinada série do ensino fundamental. Passa para o ano seguinte, e assim por diante. Mas chega num determinado ponto quando começa a repetir série por série. Ao invés de evoluir em direção ao mestrado, por uma (des)ordem você volta para séries fundamentais e começa tudo de novo. Mas por mais que faça, se depara com as mesmas matérias, os mesmos professores, os mesmos amigos e inimigos, a mesma sala de aula.
 
A cada ano (vida), você não se lembra das matérias estudadas, mas guarda sentimentos, sensações, memórias escondidas nas suas células, no seu DNA. E quando vê de novo uma matéria antiga, tem a sensação de já ter vivido aquela situação. E se pergunta: Por que eu estou passando por isso?
 
A humanidade aceita a reencarnação como uma verdade absoluta. E não é. Como tudo neste planeta, é uma programação. Como um programa de computador, ajustado para cumprir uma determinada tarefa. Imagine um programa antigo, desatualizado, cheio de vírus e “bugs”. Esse é o programa da reencarnação, que todos nós carregamos em nosso hardware.
 
Está na hora de deletar esse programa, primeiramente entendendo que o velho está obsoleto, desatualizado e causando o mal funcionamento de todo o nosso sistema. A programação da reencarnação n os dá uma ideia limitada, prendendo a humanidade à realidade física – à ideia que fazemos do nosso corpo-mente-matéria – e ao próprio planeta.
 
Somos seres multidimensionais, limitados momentaneamente à existência física terrena. Ao estudarmos um pouco sobre a física e sobre o mistério da criação, todos somos feitos do mesmo material das estrelas. Somos energia, vibração, frequência. Vale lembrar que a humanidade conhece menos de 5% de tudo o que existe no universo. O restante é feito de energia escura e matéria escura. Por onde flutuam nossas realidades paralelas, nossa consciência superior, nossas partículas de alma, todo o “desconhecido”. E ao ignorarmos esses outros níveis de consciência, achamos que existe apenas esse planeta, essa realidade material na terceira dimensão.
 
Então eu pergunto: Por que então se conformar com esse processo limitado da reencarnação?
 
Esse processo traz uma série de enganos. Ao reforçar contratos antigos, antigos medos, culpas, mágoas, o ser humano se afunda cada vez mais em negatividade, ao invés de buscar sair dessa matriz em direção à sua ascensão. Em direção à sua consciência superior – entendida como Eu Sou, Mônada e Supra Mônada, até que finalmente ele se funda com a Fonte que Tudo É, ou o próprio Criador, como muitos preferem chamar. Só que por uma série de questões, ficamos presos à Roda de Samsara, que é a roda encarnacional. E fomos profundamente enganados, achando que isso era bom.
 
O que a espiritualidade está nos avisando neste momento, é para deixarmos os velhos padrões definitivamente para trás, e buscar através da consciência individual, da busca interna pela sua conexão com o divino e iniciar o caminho de volta à Fonte.
 
O programa da reencarnação precisa ser apagado e instalado um novo programa: da ascensão da alma. Esse novo programa está conectado com o Big Data, com a Fonte que Tudo É. Ele é um programa maravilhosamente inteligente, porque não se conecta a essa matriz de controle, velha, gasta. Mas sua conexão se faz através de um conector que todo mundo já tem, mas usa de maneira errada. O plugue que existe dentro do coração feito de cristal de Luz, nossa Chama Trina, que precisa ser programado para essa nova função.
 
A gente já passou muito tempo repetindo de ano e essa história já está muito chata. A escola se deteriorou e está a ponto de desmoronar, os professores estão indo embora, a merenda acabou e os alunos estão se matando, porque não tem espaço pra todo mundo.
 
Que tal repensar essa história toda e tomar a consciência de que evoluir e ascensionar é algo bem diferente do que fomos ensinados a acreditar?
 
Por Eliana Rocca
 
 
©2010 – 2017 Solange Christtine Ventura

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1 responder
  1. Rogério Vidal
    Rogério Vidal says:

    Ola Eliana Rocca, uma coisa que fica extremamente clara no seu texto é que você não sabe nada de reencarnação. Começamos pela sua analogia com a escola e que neste contexto de reencarnação, esta analogia é amplamente utilizada, mas de forma distinta da sua e acredito, bem mais coerente então segue: “Na educação, quando nos deparamos com um mal resultados em qualquer etapa que estivermos, seja nos primeiros anos, no ensino superior ou até mesmo no doutorado, teremos que repetir, refazer, reiniciar apenas o ano/período correspondente que não atingimos o resultado mínimo necessário para passarmos para o nível superior. A reencarnação, em uma analogia mais lógica, segue esta ideia simplificada, onde ao reencarnar, você apenas precisará repetir ou reprisar a “disciplina” ou “ano” que você não foi “bem”. É como se para cada ano escolar, correspondesse a uma existência física, uma encarnação. Mas podemos ir um pouco além, pensando especificamente no ensino superior, onde o indivíduo pode reprovar em uma única matéria e continuar sua evolução, necessitando refazer apenas a disciplina que reprovou, ou seja, ter provações correspondentes apenas a suas falhas do passado e ainda assim, verá e terá contato nos anos seguintes com os mesmos colegas até que tenha concluído sua graduação integralmente. No caso da sua explicação e analogia com a reencarnação, você coloca como se em cada nova reencarnação, todo processo educacional seria reiniciado do zero, o que não corresponde em absolutamente nada com a ideia.
    Fora isso, tem as questões das dimensões, onde a reencarnação é exatamente um processo para promover a evolução do individuo para que ele possa transitar ao evoluir nas múltiplas dimensões que correspondem à acensão humana, que tem também total ligação com a consciência superior e por ai vai.
    Ficaria aqui escrevendo inúmeras linhas para mostrar os erros e distorções de seu texto, que tenho certeza absoluta que você não teria escrito se tivesse no MÍNIMO lido as obras básicas de Kardec apenas por questão de curiosidade e pesquisa para embasar o seu texto. Esta leitura não seria para torná-la espírita, mas para você refletir e usar argumentos mais concretos para não cometer estes e outros erros.
    Enfim, grande abraço fraternal.

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